O evento foi realizado pelos detentos que frequentam as aulas no Colégio Estadual Paulo VI
Crédito: Fernanda Fontes/FE
Em comemoração ao Dia do Estudante e Dia dos Pais (ambos em 11 de agosto), a diretoria de Educação do Conjunto Penal de Feira de Santana realizou um evento de socialização para os detentos que frequentam as aulas no Colégio Estadual Paulo VI (instituição localizada dentro do presídio). Com apresentações musicais, peças teatrais produzidas pelos alunos, como a Escolinha do Professor Raimundo, depoimentos de detentos e uma pregação religiosa, a celebração, segundo Ana Verena Rodrigues (diretora de Educação dos anexos do Conjunto Penal e das Casas sócio-educativas), serve para ajudar na melhora da qualidade de vida dos privados de liberdade.
“As apresentações fazem parte do setor artístico e cultural que trabalhamos. O evento e os depoimentos servem para mostrar a importância da educação, o que eles podem ter através da educação, não só enquanto eles estão presos, mas também após a sua saída. E lembramos dos pais, porque, além de fazer parte das datas comemorativas, tem a intenção de que eles tenham um momento de socialização, se aproximando ao máximo da realidade, para ajudar quando eles saírem da privação de liberdade”, disse Ana Verena.
Atualmente, dentro do Conjunto Penal existem cerca de vinte turmas, que vão da alfabetização ao Ensino Médio pela modalidade educacional EJA - Educação de Jovens e Adultos. São oito salas de aula e 27 professores, que se dividem no turno da manhã e da tarde. Os detentos que frequentam a sala de aula são beneficiados com a redução da pena, na proporção de 12 horas de estudo por um dia a menos de pena.
“É primordial, em qualquer presídio, que se faça um trabalho de ressocialização, que se tenha um posto avançado de uma escola dentro dele. Hoje em dia, esta área educacional está andando muito bem, a frequência está sendo muito boa. O comportamento dos detentos que estudam muda gritantemente, eles agradecem muito a oportunidade que têm recebido, pois a forma de educar e ressocializar está sendo muito mais ampla e efetiva”, afirmou Edmundo Memere, diretor do Conjunto Penal de Feira de Santana.
“As apresentações fazem parte do setor artístico e cultural que trabalhamos. O evento e os depoimentos servem para mostrar a importância da educação, o que eles podem ter através da educação, não só enquanto eles estão presos, mas também após a sua saída. E lembramos dos pais, porque, além de fazer parte das datas comemorativas, tem a intenção de que eles tenham um momento de socialização, se aproximando ao máximo da realidade, para ajudar quando eles saírem da privação de liberdade”, disse Ana Verena.
Atualmente, dentro do Conjunto Penal existem cerca de vinte turmas, que vão da alfabetização ao Ensino Médio pela modalidade educacional EJA - Educação de Jovens e Adultos. São oito salas de aula e 27 professores, que se dividem no turno da manhã e da tarde. Os detentos que frequentam a sala de aula são beneficiados com a redução da pena, na proporção de 12 horas de estudo por um dia a menos de pena.
“É primordial, em qualquer presídio, que se faça um trabalho de ressocialização, que se tenha um posto avançado de uma escola dentro dele. Hoje em dia, esta área educacional está andando muito bem, a frequência está sendo muito boa. O comportamento dos detentos que estudam muda gritantemente, eles agradecem muito a oportunidade que têm recebido, pois a forma de educar e ressocializar está sendo muito mais ampla e efetiva”, afirmou Edmundo Memere, diretor do Conjunto Penal de Feira de Santana.

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