quarta-feira, 30 de outubro de 2013 0 comentários

Conjunto Penal de Feira de Santana comemora Projeto Amigos da Escola



há dez anos pela Rede Globo com objetivo de fortalecer a rede pública de ensino básico, o Projeto Amigos da Escola também é aplicado no Conjunto Penal de Feira de Santana, onde 70 detentos são beneficiados com aulas regulares do ensino básico ao ensino médio. Órgãos de imprensa, professores e servidores que contribuem com a realização do projeto foram homenageados hoje (23) na unidade prisional, onde também foram realizados a entrega da comenda Servidor Antonio Carlos Gonçalves dos Santos a todos os que contribuem com o fortalecimento da educação no sistema prisional do Estado e um seminário sobre doenças ocupacionais para cerca de 100 servidores da unidade.
“Todos aqueles que não medem esforços para ajudar a área educacional merecem nosso reconhecimento”, disse o diretor do conjunto penal, Edmundo Meméri.  As aulas do projeto Amigos da Escola são realizadas no Colégio Estadual Paulo VI, que funciona dentro da unidade. “A iniciativa é mais que um empreendedorismo social, trata-se da mudança de vida de dezenas de estudantes-detentos através da educação pública, o que não seria possível se não houvesse parcerias com pessoas e instituições que, de alguma forma, contribuiram para que essas mudanças acontecessem”, justificou a professora Ana Verena Rodrigues Amorim, diretora do Colégio. O projeto é uma das ações de ressocialização da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap).
Além da homenagem com o título Amigos da Escola, os condecorados receberam a comenda Servidor Antonio Carlos Gonçalves, funcionário da unidade falecido no dia 21 de setembro e um exemplo de incentivo à área educacional, tendo criado dentro da unidade, por exemplo, a Biblioteca Paulo Freire. Familiares do servidor estiveram presentes à solenidade e ficaram emocionados com a homenagem, que contou com uma apresentação em vídeo sobre o trabalho realizado pelo servidor. O coordenador setorial de Integração Social, Nilson Sérgio de Brito Ribeiro, destacou a importância do trabalho realizado por Antonio Carlos. “Além de um servidor exemplar, ele não media esforços para que a área educacional da unidade ficasse cada vez mais fortalecida”, declarou.
A solenidade também teve palestra de representantes do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) de Feira de Santana sobre saúde e segurança do trabalhador. O evento contou ainda com o apoio de empresas parceiras estabelecidas dentro da unidade, como Lemos Passos, Ki gol, Barbosa & Barbosa, Galvão e Penha

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Começar de Novo: presídio de Feira de Santana se destaca em ações de ressocialização de presos


A biblioteca da unidade prisional dispõe de acesso à informática
As oito salas de aulas são utilizadas pela equipe de 17 professores
A equipe gestora do Programa Começar de Novo no Estado da Bahia, em visita – na última sexta-feira (30/11) – ao Presídio de Feira de Santana, verificou que a unidade encontra-se em um avançado processo de condução do sistema carcerário na direção da ressocialização.

Muitas ações estão sendo realizadas na unidade com o objetivo de devolver a cidadania a detentos e ex-detentos. A intenção do Começar de Novo é, justamente, não permitir que a marginalização provocada pelo isolamento carcerário, se transforme em uma total perda de perspectiva para o apenado e, deste modo, eleve o índice de reincidência criminal.

Cerca de 955 pessoas estão tuteladas na unidade, sendo a maioria de presos provisórios (613), e o restante cumpridores de regimes fechado, semiaberto e aberto. A unidade conta com uma estrutura diferenciada, graças ao conjunto de forças que atuam de forma integrada para oferecer dignidade aos presos.

Oito salas de aulas bem organizadas e uma equipe de 17 professores compõem um investimento educacional que contempla, regularmente, 100 internos. Os que não estão matriculados no curso de ensino fundamental podem ter acesso aos outros espaços de aprendizado, a exemplo da biblioteca, que também dispõe de acesso à informática.

O núcleo de atividades laborais da unidade vem desenvolvendo, periodicamente, cursos capacitadores nas áreas de cozinha, costura, jardinagem e construção civil. Atualmente, cinquenta internos estão trabalhando em empresas parceiras do Começar de Novo. Uma delas é a Conteflex – indústria de embalagens flexíveis – que já integrou quarenta presos em seu quadro de funcionários, e agora está prestes a implantar um núcleo de produção dentro do presídio, voltado para empregar presos em regime fechado.

“Quando eu cheguei aqui, eu passei pouco tempo no pavilhão sem fazer nada. Logo encontrei oportunidade de estudar e trabalhar”, afirmou Diego Figueiredo, preso há dois anos e três meses na unidade, atualmente empregado na Conteflex. “É uma oportunidade ímpar. Tenho colegas que ficaram mais de 20 anos presos e disseram que nunca viram uma coisa dessas. Através do trabalho nós retomamos o contato com a sociedade. Isso é ressocialização”, acrescentou.

Diego sai do presídio, todos os dias, às 21 horas e volta às 6 horas da manhã. No período noturno de produção da empresa, homens e mulheres trabalham juntos. Mais de 80% do público carcerário feminino está trabalhando. Os presos que estão trabalhando foram abrigados em outro pavilhão para que não haja risco de desestímulo por parte dos que ainda não estão inseridos no Programa.

Durante a visita ao presídio, a servidora Maria do Socorro Frerichs – representante do Começar de Novo pelo Tribunal de Justiça da Bahia, reuniu-se com a administração da unidade, Edmundo Dumet (diretor) e Clériston Leite (diretor adjunto), o assistente social Valney Pereira, o coordenador laborativo Nilson Ribeiro, e com o instituto Max Weber, importante parceiro do Programa, que foi representado por Marcos Andrade.

“O projeto Começar de Novo foi um marco. A partir daí estamos sentindo realmente que a ressocialização vai vingar”, afirmou o diretor da unidade, Edmundo Dumet.

Além de um balanço sobre as ações em desenvolvimento na unidade, foram traçadas algumas perspectivas para o aperfeiçoamento do processo de reestruturação do sistema prisional para os moldes da ressocialização. O grande saldo do encontro foi a proposta de implantação do projeto “Xadrez que Liberta”, uma iniciativa do Espírito Santo que incentivou a prática e organizou campeonatos que envolveram 3.500 internos de 32 unidades do estado.

O projeto, que tem o objetivo de cultivar o raciocínio lógico e a criatividade dos internos, ganhou o prêmio “Spirit of Sports”, após concorrer com outros 140 projetos no concurso realizado pela Sportaccord, entidade que reúne federações esportivas internacionais, como a Federação Internacional de Futebol (FIFA).

Outros estados como Ceará, Minas Gerais e São Paulo, já estão seguindo o exemplo do Espírito Santo e agora chegou a vez da Bahia. Inicialmente será aplicado nos moldes de um projeto-piloto, apenas no presídio de Feira de Santana, para depois expandi-lo por todas as unidades do Estado. O plano inicial deverá formar um clube de xadrez por pavilhão, cada um com um dirigente do próprio grupo e outro monitor de fora, que deverá auxiliar nos grupos que vão se auto-organizar.

“Através das regras do jogo, aos poucos será melhorada a capacidade de concentração de cada participante, a diminuição do impulso de agir e reagir, desenvolvendo ainda a ajuda no pensar e repensar dos atos de cada um”, afirmou a servidora Maria do Socorro, entusiasmada com o projeto que, para ela “influencia de forma direta e incisiva na reeducação do interno e no combate à reincidência criminal”.

Texto: Ascom / Fotos: Começar de Novo
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Detentos comemoram Dia do Estudante e Dia dos Pais

O evento foi realizado pelos detentos que frequentam as aulas no Colégio Estadual Paulo VI

12/08/2013 às 01:19h
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Detentos comemoram Dia do Estudante e Dia dos Pais
Crédito: Fernanda Fontes/FE
Em comemoração ao Dia do Estudante e Dia dos Pais (ambos em 11 de agosto), a diretoria de Educação do Conjunto Penal de Feira de Santana realizou um evento de socialização para os detentos que frequentam as aulas no Colégio Estadual Paulo VI (instituição localizada dentro do presídio). Com apresentações musicais, peças teatrais produzidas pelos alunos, como a Escolinha do Professor Raimundo, depoimentos de detentos e uma pregação religiosa, a celebração, segundo Ana Verena Rodrigues (diretora de Educação dos anexos do Conjunto Penal e das Casas sócio-educativas), serve para ajudar na melhora da qualidade de vida dos privados de liberdade.

 
“As apresentações fazem parte do setor artístico e cultural que trabalhamos. O evento e os depoimentos servem para mostrar a importância da educação, o que eles podem ter através da educação, não só enquanto eles estão presos, mas também após a sua saída. E lembramos dos pais, porque, além de fazer parte das datas comemorativas, tem a intenção  de que eles tenham um momento de socialização, se aproximando ao máximo da realidade, para ajudar quando eles saírem da privação de liberdade”, disse Ana Verena.

 
Atualmente, dentro do Conjunto Penal existem cerca de vinte turmas, que vão da alfabetização ao Ensino Médio pela modalidade educacional EJA - Educação de Jovens e Adultos. São oito salas de aula e 27 professores, que se dividem no turno da manhã e da tarde. Os detentos que frequentam a sala de aula são beneficiados com a redução da pena, na proporção de 12 horas de estudo por um dia a menos de pena.

 
“É primordial, em qualquer presídio, que se faça um trabalho de ressocialização, que se tenha um posto avançado de uma escola dentro dele. Hoje em dia, esta área educacional está andando muito bem, a frequência está sendo muito boa. O comportamento dos detentos que estudam muda gritantemente, eles agradecem muito a oportunidade que têm recebido, pois a forma de educar e ressocializar está sendo muito mais ampla e efetiva”, afirmou Edmundo Memere, diretor do Conjunto Penal de Feira de Santana.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013 0 comentários

O Surgimento do sistema prisional: Punição e Exclusão

Por: Diana Cunha
EDUCAÇÃO  E  RESSOCIALIZAÇÃO PARA QUE?

                Analisar e compreender o sistema prisional penitenciário brasileiro implica em situa-lo também no contexto histórico do surgimento e evolução das penas ao longo do tempo, respeitando as diversas formas de entender e conceituar a pena.
                Na antiguidade, a prisão era desprovida do caráter de castigo, não sendo espaço para cumprimento de pena, uma vez que as sanções se restringiam quase unicamente às corporais através dos suplícios em que os corpos dos condenados eram expostos e submetidos a tormentos, constituindo-se em espetáculos favoritos das multidões através das mutilações diversas, amputação e morte.
                Na idade Média surge a Prisão Estado onde somente as pessoas inimigas do poder, ou adversários políticos poderiam ser recolhidos. Além da prisão Estado havia a prisão eclesiástica, uma inovação da Igreja ao castigar os monges rebeldes ou infratores com o recolhimento em penitenciários, ou seja, em celas (de onde vem o nome da prisão celular), onde os culpados eram recolhidos e isolados em alas dos conventos para que pudessem ficar em penitência, reconciliando-se com Deus.
                No séculos XVI e XVII, a pobreza se abate por toda a Europa, consequência de problemas emergentes na agricultura e crise no sistema feudal tendo como consequência o aumento nos índices de criminalidade, surgindo assim prisões leigas com a finalidade de segregar, por um certo período os mendigos, vagabundos, prostitutas, e jovens delinquentes. Entre essas prisões, a mais antiga foi a de “House of Correction” em Bridewell, Londres.
                Diante de um quadro acentuado de crise, em que se produziram mudanças sócio-econômicas com a passagem da Idade Media para a Moderna acentuando-se de forma mais expressiva no séculos XV, XVI e XVII, dando origem a um numero expressivo de pessoas extremamente pobres, as formas de punir os condenados já não eram suficientes para manter o clima de violência que se instalou durante todo o período.
                 Não havia garantia de segurança.  As penas corporais, o pelourinho e a pena de morte fracassaram dando origem a uma nova modalidade de sansão penal: a pena privativa de liberdade. Contudo também começam a ser difundidas ideias de diversos pensadores no sentido de romper com as velhas concepções arbitrarias existente e a defender os princípios da dignidade do homem.
                Ainda não se podia falar em sistema penitenciário o que só começou a tomar forma nos Estados Unidos, superando a utilização da prisão como meio de custodia simplesmente, evoluindo ao longo do tempo desde o sistema pensilvânico ou celular que tem como característica fundamental o isolamento de preso, imperando a lei do silencio, eliminando o instinto social na expectativa de que com isso conseguiram o arrependimento do condenado através do isolamento.
Diante das constantes criticas que se desenvolvem em relação ao sistema celular, considerando-se os limites e consequências evidenciadas por esse sistema nas relações de poder e principalmente observando que o confinamento solitário produz efeitos desastroso nos reclusos.  A prisão exerce efeito devastador sobre a personalidade e reforça valores negativos não podendo se constituir em treinamento para a vida livre e ressocialização uma vez que adota a norma de controle total da pessoa do preso como elemento essencial na comunicação Estado-Sociedade-Preso.


segunda-feira, 21 de outubro de 2013 0 comentários

Concurso de Redação José Machado Amorim



A IMPORTÂNCIA DE UMA REDAÇÃO

Redação boa não é aquela em que o aluno apenas escreveu sobre determinado tema, nem aquela em que ele mostrou conhecimento da modalidade culta da língua. Redação boa é aquela cujo autor demonstra vasta cultura geral, prova por meio de raciocínio concludente que sabe argumentar com coerência e apresenta deduções que denotam a verdade de sua conclusão por se apoiar em premissas admitidas como verdadeiras. Por esses motivos é que a redação tem um grande peso na nota.

A importância da redação é relatar um assunto polêmico com suas palavras que diversificam varias opiniões para entrar enfim num só contexto.

Com o intuito de trabalhar os potenciais e as varias visões dos funcionários  sobre sobra vivencias com os alunos, tendo uma redação o poder de observação do seu contexto, não só nas relações interpessoais como profissionais, sendo assim o Colégio Paulo VI - Anexo Presídio Estadual de Feira de Santana, esta organizando o primeiro Concurso de Redação  José Machado Amorim, entre os funcionário do Presídio Estadual de Feira de Santana - Bahia, tendo como tema "Educação para os privados de liberdade".


domingo, 20 de outubro de 2013 0 comentários

Conjunto Penal é pioneiro no projeto Xadrez que Liberta


Crédito: Fernanda Fontes/FE

Utilizado como instrumento pedagógico e de socialização, o xadrez pode modificar o comportamento impulsivo e desenvolver o raciocínio lógico dos seus praticantes, entre outros benefícios. Com este intuito, o Conjunto Penal de Feira de Santana teve, na manhã desta quarta-feira (4), a aula inaugural do projeto Xadrez que Liberta, de iniciativa do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap).


Com uma experiência positiva em 32 unidades penitenciárias do estado do Espírito Santo, o projeto incentivou a prática do xadrez e envolveu cerca de 3.500 internos. A iniciativa também foi vencedora do prêmio “Spirit of Sports”, realizado pela Sportaccord, entidade que reúne federações esportivas internacionais.


Em Feira de Santana, mais de 80 detentos, que freqüentam no Colégio Estadual Paulo VI (instituição localizada dentro do presídio), participarão do projeto Xadrez que Liberta, recebendo orientações sobre as regras do jogo, os movimentos e capturas das peças. O plano inicial é formar um clube de xadrez por pavilhão, cada um com um dirigente do próprio grupo e outro monitor de fora, que deverá auxiliar nos grupos que vão se auto-organizar.


“Vamos trabalhar com alguns alunos da escola e capacitá-los para que sejam agentes multiplicadores do xadrez dentro dos pavilhões. Eles terão aulas de xadrez com alguns professores no turno oposto de suas aulas. O objetivo é que eles passem estas informações dentro do pavilhão e futuramente vamos fazer um torneio de xadrez em toda a unidade. São muitas vantagens do jogo, ele ajuda a pensar, jogar refletindo na causa e no efeito, pois muitos estão aqui dentro por não ter pensado muito nos atos que cometeram”, explicou Eric Souza, professor de biologia e coordenador do projeto no Conjunto Penal.


Para Maria do Socorro Frerichs, gestora do projeto Começar de Novo do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, a prática do xadrez realiza uma transformação no comportamento dos detentos e os levam a pensar melhor nas suas atitudes. “Feira de Santana foi escolhida para receber o projeto piloto da iniciativa, vamos ver as falhas, os acertos e aperfeiçoar o projeto, que será levado também para as demais unidades penitenciárias do estado. O xadrez realiza uma mudança de atitude do cumpridor de pena, mudando seus hábitos, ele desenvolve várias aptidões, o intelecto, a capacidade de concentração, de pensar antes de agir e a reflexão. Isto diminui a reincidência criminal por tabela e, dentro da penitenciária, o detento está ocupando a mente dele com algo produtivo, pois é um jogo que sociabiliza o indivíduo, pois ele tem que estar em contato com o outro o tempo inteiro”, afirmou a gestora.



Outros benefícios do projeto é fazer com que os detentos traçem um paralelo entre o jogo e a vida. “Além de desenvolver o cognitivo, os reclusos aprendem a respeitar o momento do outro agir, se colocar no lugar de outra pessoa, isso pode ser levado para nossas vidas, principalmente para aqueles que praticaram algum tipo de delito. Isso é muito importante, pois ajuda a conter os impulsos, reeducando e remodelando seu comportamento perante todas as situações da vida”, concluiu Maria do Socorro.

Fonte: http://www.jornalfolhadoestado.com/noticias/17318/conjunto-penal-e-pioneiro-no-projeto-xadrez-que-liberta


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Educação e Liberdade


Educação engloba os processos de ensinar e aprender. É um fenômeno observado em qualquer sociedade e nos grupos constitutivos destas, responsável pela sua manutenção e perpetuação a partir da transposição, às gerações que se seguem, dos modos culturais de ser, estar e agir necessários à convivência e ao ajustamento de um membro no seu grupo ou sociedade.

A educação é um direito humano fundamental em si mesmo. A educação é essencial para o desenvolvimento humano e para garantir o gozo de outros direitos. A educação é em si mesmo um direito e um dever. Para compreender melhor a obrigatoriedade da educação e a sua importância é importante confrontar as crianças com a realidade de outras crianças que não têm acesso à educação e constatar como essa privação pode afetar as suas vidas no presente e futuro.

A Educação como instrumento transformador que é se torna um grande instrumento de transformação em um ambiente de privação de liberdade, onde se encontram pessoas que não tiveram a devida oportunidade de estudar e desenvolver suas potencialidades devidamente. Através da educação pode-se alcançar mais facilmente a tão falada ressocialização, visto que a mesma coíbe a ociosidade que impera nas Instituições Prisionais.

Pelos olhos da história humana se apercebe que educação é um processo constante para o desenvolvimento humano, levando ao desenvolvimento do cidadão. A educação em Penitenciarias tem que ser uma dimensão muito abrangente, sendo ela conscientizadora, libertadora e acima de tudo inclusiva.
 
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